Há dias que o coração é um vento gélido, desconfortável; um medo cutucando a mente e te dizendo para ficar, estacionar, fincar os pés nesse estado inerte e depender do acaso.
É tentador.
O que fazer se a auto-confiança é como esmalte nas unhas, que precisa ser constantemente retocada e refeita, ou descasca e fica incompleta e antiestética até o fim de cada acaso?
O acaso e a prática inércia são o ácido do dia-a-dia.
E a corrosão está aumentando.
Pedido.
Há 4 anos
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